domingo, 28 de junho de 2009

Apresentação do Fruto Fiel


A apresentação do Fruto Fiel, no domingo, 21 de Junho, encerrou o 12º Congresso Internacional da Visão Celular no Modelo dos 12. A festa foi realizada no Centro de Convenções de Manaus, local profeticamente chamado de “Santódromo”, que recebeu uma multidão de mais de 40 mil discípulos fiéis do Ministério Internacional da Restauração (MIR), que estiveram honrando seus discipuladores. As várias cores reunidas e destacadas nos balões, bandeiras, faixas, fitas e camisas deram beleza especial ao local, que provocou admiração nos olhos dos líderes da Visão Celular, em todo o Brasil, e nações representadas por seus líderes, como Itália, França, Bolívia, Portugal, Japão, Inglaterra, Estados Unidos, Venezuela, Argentina, Paraguai e Congo.O evento foi celebrado com muito entusiasmo, repetindo a alegria contagiante de todas as festas do Fruto Fiel promovidas pelo MIR, durante o ano, em todos os meses. O cenário do palco, a iluminação, os levitas da adoração e danças do MIR conduziram o povo com unção e alegria especial.

Só mesmo vendo. Eu estava lá, no meio da multidão, recebendo a unção de conquista sob os céus de Manaus.


Abraços


Pr. Adenival Aquino

Atravessando o rio



Há muitos anos, Tom era funcionário de uma empresa muito preocupada com a educação.
Um dia, o executivo principal decidiu que ele e todo grupo gerencial – um total de 12 pessoas – deveriam participar de um curso de sobrevivência, que tinha a forma de uma longa corrida de obstáculos. A prova era cruzar um rio violento e impetuoso.
Para a surpresa de todos, pela primeira vez o grupo gerencial foi solicitado a dividir-se em três grupos menores de quatro pessoas para a superação daquele obstáculo.
Os grupos eram: A, B e C.
O grupo A recebeu quatro tambores de óleos vazios, duas grandes toras de madeira, uma pilha de tábuas, um grande rolo de corda grossa e dois remos.
O grupo B recebeu dois tambores, uma tora e um rolo de barbante.
Já o grupo C não recebeu recurso nenhum para cruzar o rio; eles foram solicitados a usarem os recursos fornecidos pela natureza, caso conseguissem encontrar algum perto do rio ou na floresta próxima.
Não foi dada nenhuma instrução a mais. Simplesmente foi dito aos participantes que todos deveriam atravessar o rio dentro de quatro horas.
Tom teve a “sorte” de estar no grupo A, que não levou mais do que meia hora para construir uma maravilhosa jangada. Um quarto de hora mais tarde, todo o grupo estava em segurança e com os pés enxutos no outro lado do rio, observando os grupos em sua luta desesperada.
O Grupo B, ao contrário, levou quase duas horas para atravessar o rio. Havia muito tempo que Tom e sua equipe não riam tanto como no momento em que a tora e dos dois tambores viraram com os gerentes financeiro, de computação, de produção e de pessoal.
E o melhor estava por vir.
Nem mesmo o rugido das águas do rio era suficiente para sufocar o riso dos oito homens quando o grupo C tentou lutar contra as águas espumantes. Os coitados agarraram-se a um emaranhado de galhos, que estavam se movendo rapidamente com a correnteza.
O auge da diversão foi quando o grupo bateu em um rochedo, quebrando os galhos. Somente reunindo todas as forças que lhes restavam foi que o último membro do grupo C, o gerente de logística, todo arranhado e com os óculos quebrados conseguiu atingir a margem, 200 metros rio abaixo.
Quando o líder do curso voltou, depois de quatro horas, perguntou: “Então como vocês se saíram?”
O grupo A respondeu em coro: “Nós vencemos! Nós vencemos!”
O líder do curso respondeu: “Vocês devem ter entendido mal. Vocês não foram solicitados a vencer os outros. A tarefa seria concluída quando os três grupos atravessassem o rio dentro de quatro horas”.
Nenhum deles pensou em ajuda mútua, nem sonhou em dividir os recursos (tambores, toras, corda e remos) para atingirem uma meta comum. Não ocorreu a nenhum dos grupos coordenar os esforços e ajudar os outros. Foi uma lição para todos no grupo gerencial.
Todos caíram direto na armadilha. Mas naquele dia, o grupo aprendeu muito a respeito de trabalho em equipe e de lealdade em relação aos outros.

Moral da história
Se parássemos de encarar a vida e as pessoas como um jogo e milhões de adversários, muito provavelmente sofreríamos menos, compreenderíamos mais os problemas alheios e encontraríamos muito mais conforto no abraço de cada um.
Mas, infelizmente, nos enxergamos como rivais, como se estivéssemos em busca de um tesouro tão pequeno que só poderia fazer vitorioso a uma única pessoa. Ledo engano: o maior prêmio de nossa existência está na capacidade de compartilharmos a vida!
Dica: Estamos todos no mesmo barco!
Experimente acolher ao invés de julgar, perdoar ao invés de acusar e compreender ao invés de revidar! É difícil, sem dúvida! Mas é possível e extremamente gratificante.
A vida fica mais leve, o caminho fica mais fácil e a recompensa, muito mais valiosa.


Abraços de urso


Pr. Adenival Aquino


a

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Crianças



Minha amada esposa, Pra. Maria Célia, me falou da grande preocupação do momento, onde as escolas, as empresas, a mídia e etc. estão pregando o "ideal futurista" o "momento de concientização ecológica", conclamando a todos para preservar o planeta, deixando assim um futuro melhor para nossos filhos. Isso é ótimo! disse ela, mas não é tarefa nossa também preparar filhos melhores para o "planeta do futuro"?
Esse é o desafio, investirmos melhor em nossas crianças. Elas farão a diferença que não conseguimos fazer.

Está nascendo uma geração de "filhos legítimos", de "pais autênticos" que construirão um futuro muito mais promissor, onde haverá paz, justiça social, e muita, muita prosperidade. Uma geração sem traumas, que assumirão o poder e governarão sob a bandeira da liberdade.

Crianças! mas cheias do Espírito Santo, sob a unção de Yeshua ha Mashiah.


Abraço de criança!!!


Pr. Adenival